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Lisboa-Dakar teve sabor “agri-doce” para Miguel Barbosa

A segunda participação da dupla portuguesa, Miguel Barbosa/Miguel Ramalho, no Lisboa-Dakar 2007, apesar de ter tido um desfecho positivo, não foi aquele que a dupla da Vodafone Liberty Seguros Team desejou à saída da capital portuguesa. O 24º lugar da geral, não espelha as prestações da dupla Bi-Campeã Nacional ao longo da prova.

O desfecho acabou por não ser o ambicionado, já que os objectivos da dupla passavam por terminar perto dos dez primeiros lugares. A realidade é que Miguel Barbosa, em alturas que o Proto Dessoude permitiu, andou ao seu nível: “Tivemos de fazer frente a muitos problemas mecânicos que condicionaram a nossa prestação em determinadas etapas. Problemas mecânicos que passaram por transmissões partidas, a falhas de motor e ainda a problemas no macaco hidráulico, que simplesmente não funcionava nos momentos em que mais precisávamos dele: quando estávamos atascados”, começou por explicar o piloto lisboeta.

Problemas estes que depois de definitivamente solucionados, mesmo que tarde, permitiram a Miguel Barbosa ser protagonistas de alguns brilharetes: “As últimas etapas correram realmente muito bem. Para além do carro ter tido o comportamento que sempre desejei, desde o início, o Miguel Ramalho, o meu navegador, fez um trabalho excepcional nas etapas que eram especialmente complicadas em termos de navegação. Sempre que todos os aspectos a funcionavam bem, os resultados começavam a aparecer”, considerou.

Finalmente, Miguel Barbosa mostrava que as suas ambições de rodar entre os dez primeiros lugares tinham razão de ser: “Nunca coloquei em causa o meu profissionalismo. Mas o certo é que, como em qualquer caso, é difícil combater estas falhas mecânicas. Em etapas tão longas como as do Dakar, o mínimo problema em termos de resultado, passava a ser um grande problema, em termos de geral. Já sem falar que a organização me penalizou por duas vezes, colocando-me a partir para a especial de uma posição que não correspondia à verdadeira”, continuou a explicar o piloto português.

“Sempre que o carro permitiu, dei o máximo e apresentei resultados. Mostrei que em condições normais teria mesmo rodado entre os dez primeiros. Fica apenas o consolo porque não posso mudar o resultado final”, disse.

Miguel Barbosa, ficou ciente que esta sua segunda participação lhe trouxe ainda mais experiência e isso é muito positivo para o futuro: “Senti-me adaptado, no entanto, acho que as classificativas de Marrocos eram as mais exigentes. E penso que no futuro, serão essas que teremos de trabalhar melhor. Teremos mais um ano de preparação, porque conto, uma vez mais estar à partida de Lisboa em 2008”, concluiu Miguel Barbosa satisfeito com todo o trabalho que desenvolveu ao longo da mais dura e mítica prova do Todo-o-terreno.

DCA News, 2007-01-23
 
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