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Sun, 22 Apr 2018
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Percurso

O PERCURSO OFICIAL

Verificações Administrativas e técnicas

Centro Cultural de Belém – 2, 3 e 4 Janeiro

2 e 3 Janeiro:
Verificações administrativas: Primeira chamada 8h00 – última chamada 19h30
Verificações técnicas: Início 8h00 – Fim 23h00

4 Janeiro :
Verificações administrativas : Primeira chamada 8h00 – última chamada 15h00
Verificações técnicas: Início 8h00 – Fim 18h30

No final das verificações técnicas os veículos passam por controlo final e são colocados depois no Parque Fechado (Praça do Império)

Sem veículos de assistência no Parque Fechado: após as verificações, os veículos de assistência têm permissão para circular na Europa e podem estacionar no parque da Avenida de Brasília, em Lisboa.

A 6 de Janeiro, após a segunda especial, os concorrentes de moto e quads estão autorizados a rebocar as suas máquinas até ao porto de Málaga.

Etapa 1 - Lisboa > Portimão
5 Janeiro
O rali começa com uma especial inteiramente nova, embora o nome da etapa possa fazer alguns concorrentes terem recordações imediatas da edição anterior. Mas desta vez a areia que for encontrada no caminho não terá a preponderância de 2007 nem será a característica principal do traçado. As partes mais sinuosas vão permitir aos pilotos testar as suas capacidades de traçar trajectórias
correctas. Uma boa forma de começar.

Ligação: 104km | Especial: 120km | Ligação: 262km
Total : 486 km
Etapa 2 - Portimão > Málaga
6 Janeiro
Esta especial é idêntica à proposta aos concorrentes em 2007. O terreno quase que pode ser recomendado para caminhada desportiva ou para o Campeonato do Mundo de BTT: Sejam bem-vindos à montanha. A pista é sinuosa e, acima de tudo, muito dura. E se chover, os pilotos bem podem pensar em abrandar o ritmo. Em ambos os casos há pouca margem para erros neste traçado ao estilo WRC, quem os cometer arrisca-se a uma queda nada meiga. O melhor mesmo é jogar pelo seguro. Os camiões estão dispensados desta etapa. Depois da longa ligação até Málaga, a travessia marítima
nocturna para Marrocos será retemperadora para todos.

Ligação: 15 km | Especial: 60 km | Ligação: 460 km
Total: 535 km
Etapa 3 - Nador > Er Rachidia
Não se pode abordar esta etapa de forma amadora. Frescos após o desembarque do ferry, os concorrentes começam a entrar na essência da prova. Por tradição, Marrocos oferece ao rali uma variedade muito grande de pisos e nesta primeira incursão em África terá de haver já auxílio da navegação. Depois de 160 quilómetros comuns, os motards vão deixar momentaneamente o itinerário desenhado para os carros e camiões. O número de ultrapassagens será assim reduzido.

Ligação: 182 km | Especial: 372 km | Ligação: 163 km
Total: 717 km
Etapa 4 - Er Rachidia > Ouarzazate
Esta etapa terá um traçado dividido, novidade preparada para 2008. Nas pistas estreitas que atravessam as montanhas, os motards vão ter de mostrar qualidades que os especialistas de trial dominam na perfeição. E vão passar a primeira noite no bivouac sem assistência dos seus mecânicos, em Zagora. Já os carros e camiões irão passar por zonas que raramente recebem a visita do Lisboa-Dakar, reunindo-se depois com as suas assistências em Ouazazate.

Ligação: 29 km | Especial: 356 km | Ligação: 199 km
Total: 584 km
Etapa 5 - Ouarzazate > Guelmim
Esta etapa representa apenas um desafio. Após uma parte com pedras, onde se recomenda a maior prudência, uma longa passagem por dunas apresenta-se como o maior obstáculo. Mesmo os mais rápidos podem preparar-se para gastar aqui uns bons 45 minutos. Depois, no final especial, exige-se a maior lucidez e aqueles que passarem por dificuldades vão achar esta parte interminável. Quando as classificações forem conhecidas já vão haver diferenças de várias horas entre os pilotos.

Ligação: 188 km | Especial: 498 km | Ligação: 148 km
Total: 834 km
Etapa 6 - Guelmim > Smara
Todos a pegarem nas máquinas fotográficas! Os concorrentes irão largar junto ao mar, numa fórmula que não é utilizada há mais de dez anos. O espectáculo está garantido nos 25 quilómetros de praia que serão percorridos. Cada concorrente irá encontrar o tipo de piso preferido nesta especial, a mais variada do rali. Os amantes do WRC podem desfrutar do prazer de abordar uma parte de uma pista recentemente reconstruída, enquanto os surfistas do deserto pode deliciar-se com trilhos fora de pista
sobre as dunas.

Ligação: 66 km | Especial: 454 km | Ligação: 105 km
Total: 625 km
Etapa 7 - Smara > Atar
Para a maior especial do rali, que marca também a entrada na Mauritânia, o melhor é mesmo ter ainda alguma energia de reserva. A longa ligação logo ao acordar não passa de uma dificuldade mínima. No meio e no final da especial, o que os pilotos têm de se preocupar é com a travessia das dunas. Os veículos de assistência estão proibidos desempenhar o seu papel em Atar.

Ligação: 198 km | Especial: 619 km | Ligação: 12 km
Total: 829 km
Etapa 8 - Atar > Nouakchott
Depois de terem experimentado o empedrado os concorrentes irão agora saborear a areia, especialmente na passagem de um erg de respeitosas dimensões. O momento chave da especial acontecerá, no entanto, mais longe deste local, quando os concorrentes terão oportunidade de brilhar como navegadores. Os que hesitarem na escolha do percurso irão certamente perder-se. O dia de descanso à chegada tem este preço.

Ligação: 44 km | Especial: 450 km | Ligação: 37 km
Total: 531 km
Etapa 9 - Nouakchott > Nouhadibou
Esta etapa disputa-se num terreno tipicamente mauritano: o programa do dia contempla 80% de areia. Para honrar a especialidade nacional, as pás e as placas para desatascar irão ser muito utilizadas. A forma de negociar e, principalmente, abordar as dunas vai ser fundamental para determinar a classificação do rali. O Dakar já não visitava Nouhadibou desde 1994.

Ligação: 37 km | Especial: 525 km | Ligação: 86 km
Total: 648 km
Etapa 10 - Nouhadibou > Atar
Para merecerem uma segunda visita a Atar, os concorrentes terão de desenvencilhar-se da vegetação e “erva de camelo”. Mesmo os mais tecnicistas na areia terão de mostrar paciência. A perseverança será recompensada por um espectáculo magnífico que será um majestoso erg no final do percurso.

Ligação: 111 km | Especial: 552 km | Ligação: 22 km
Total: 685 km
Etapa 11 - Atar > Tidjikja
A dose de areia servida no percurso para Tidjikja é mais fácil de digerir. Os motards terão, à chegada, igualmente a oportunidade de conviver com o bivouac, reservado para eles no final da especial, enquanto o resto dos concorrentes tem de rumar a Tidjikja. Antes, os mecânicos das duas e quatro rodas têm de trabalhar depressa pois não há veículos de assistência no final da etapa.

Ligação: 35 km | Especial: 524 km | Ligação: 133 km
Total: 692 km
Etapa 12 - Tidjikja > Kiffa
Os concorrentes do Lisboa-Dakar são por definição amantes do deserto. É pelo tipo de paisagem que lhes é oferecida que muitos decidem participar no rali. Num percurso com grande parte inédito, será preciso mostrar polivalência para chegar em condições a Kiffa. Algumas partes da especial irão obrigar os pilotos a reduzir a velocidade.

Ligação: 131 km | Especial: 398 km | Ligação: 2 km
Total: 531 km
Etapa 13 - Kiffa > Kiffa
Eis uma etapa em “boucle”, de alto risco. Mesmo os que liderarem as diferentes classificações não podem sentir-se tranquilos. Para além da passagem das últimas dunas do rali, bem como a famosa travessia de Néga, há ainda a ter em conta um longo percurso fora de pista, essencialmente em piso desconhecido para os fies do Dakar. Ao menor erro o abandono pode ser a consequência.

Ligação: 25 km | Especial: 484 km | Ligação: 6 km
Total: 515 km
Etapa 14 - Kiffa > Saint-Louis
A etapa deve ser analisada na sua globalidade: ao fim da noite os conta-quilómetros dos veículos vão marcar mais 800 quilómetros. Para a oitava e última etapa do ano na Mauritânia, os pilotos irão vão voltar a andar sobre areia, mas serão obrigados a traçar percursos fora de pistas balizadas. Após a longa ligação até Saint-Louis, só os mais experientes terão pontos de referência. O rali já não faz paragem aqui desde 1997.

Ligação: 326 km | Especial: 301 km | Ligação: 130 km
Total: 757 km
Etapa 15 - Saint-Louis > Dakar
Sejam quais forem os objectivos iniciais, após as agruras do destino ao longo das etapas ou dos sucessos acumulados, a ideia nesta altura é colocar um ponto final na aventura. A longa ligação até Dakar é, acima de tudo, uma oportunidade para desfrutar da hospitalidade dos senegaleses. Depois segue-se a emoção dos últimos roncares dos motores sobre as areias do Lago Rosa e a festa de
encerramento e entrega dos prémios.

Ligação: 239 km | Especial: 23 km | Ligação: 42 km
Total: 304 km
 
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