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Fri, 24 May 2019
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Juvanteny perdeu uma roda no início da especial

Depois de soldar a carroçaria do seu camião, de reparar os amortecedores e substituir uma mola partida, num intenso dia de teórico descanso, Jordi Juvanteny partiu com a firme vontade de dar conta do recado e melhorar ainda mais a sua classificação na geral dos camiões.

A equipa está às portas de um honroso Top 10, um resultado espectacular por se tratar de um camião absolutamente de série. Com quase o dobro do peso e metade da potência que alguns dos rivais que o precedem e seguem na tabela classificativa, o piloto espanhol tem sabido fazer a gestão da corrida, dosear o sacrifício exigido à mecânica e fugir das adversidades que os outros não conseguem superar.

Hoje a equipa de Juvanteny, Criado e Roman começou a etapa sem saber que os indicadores de pressão dos pneus estavam avariados e que as rodas tinham menos ar do que seria normal. Ao quilómetro 10 um toque numa pedra originou um furo. Julgando ser um sensor avariado, esperaram sair incólumes do percalço mas, pouco depois, os sons e pancadas provenientes de um dos eixos anunciavam complicações maiores “parámos e vimos que tínhamos perdido a roda e que estávamos a rolar sobre a jante” comenta a navegadora Fina Roman.

O pior não foi furar a roda, mas não ter jante substituta no camião, pelo que “tivemos de esperar que alguém nos emprestasse uma. Só quando chegou Asurmendi, que tinha saído das últimas posições, é que pudemos montar uma jante nova que nos ofereceu”, disse Juvanteny.

Com isso se perdeu mais de uma hora e pelo facto de seguirem muito atrasados, os tripulantes do KH-7 Epsilon Team começaram a encontrar equipas desesperadas no deserto, com vários problemas e não se recusaram a ajudar. O primeiro foi o próprio Asurmendi, que tinha atascado o camião na crista de uma duna. Juvanteny e a sua tripulação ajudaram-no a sair dessa difícil situação. Mais adiante, ao quilómetro 229, encontraram Xavi Foj com problemas de motor no seu Toyota e pararam também. “Era uma questão de princípio: Não podia negar-me a socorrer aquele que foi o meu padrinho de casamento”, brinca o piloto do MAN 6x6. E teve ainda tempo para, numa última paragem, dar água a um piloto desesperado com a temperatura do seu carro.

Ao todo, foram quase duas horas perdidas, o que fez com que a equipa terminasse a etapa no 18º posto. Felizmente, a posição na classificação geral não foi muito afectada e a equipa ocupa um meritório décimo primeiro lugar.

A2 Comunicação, 2010-01-11
 
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