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Dakar 2003

 
 
Carlos Sousa já regressou a Portugal

A melhor prestação portuguesa de sempre

Ao terminar na quarta posição a 25ª edição do Rali Dakar, Carlos Sousa obteve a melhor classificação de sempre de um piloto português, alcançando pela terceira vez consecutiva, em oito participações, uma posição no "Top 5".

Depois de 21 dias e 8500 quilómetros, entre Marselha (França) e Sharm el Sheikh (Egipto), Carlos Sousa fez o primeiro balanço da prova africana: “Tal como previa antes do início da prova, foi um Dakar diferente. Consegui, uma vez mais, beneficiar da fiabilidade da Mitsubishi Strakar para chegar ao final entre os primeiros. Tendo em conta os contratempos que este ano nos surgiram, não posso deixar de estar satisfeito com o quarto lugar nas “Bodas de prata” da mais prestigiada prova de todo-o-terreno do Mundo”, contou o Tetra-Campeão Nacional de Todo-o-Terreno.

Carlos Sousa, partiu para a 25ª edição do Dakar com o objectivo de melhorar o quinto lugar, obtido em 2001 e 2002, embora com a necessidade de se adaptar às novas especificações da sua Mitsubishi Strakar e ao seu novo navegador – Henri Magne – nos primeiros dias da prova.

“A segunda parte foi muito disputada e as etapas mais difíceis foram as que nos correram melhor. Fomos os mais rápidos entre vários CP na 16ª etapa, disputada entre Abu Rich e Sharm el Sheikh, que contava com piso bastante duro e muita pedra solta, onde a Mitsubishi Strakar é muito competitiva e eficaz. Foi mais uma participação no Dakar em que cheguei ao fim entre os mais rápidos. Um resultado relevante, pois tivemos uma das melhores listas de inscritos de sempre com as equipas oficiais da VW, Nissan e BMW a tentar quebrar a hegemonia da Mitsubishi, que venceu pelo terceiro ano consecutivo”.

Carlos Sousa lembrou ainda: “Se analisarmos as oscilações da tabela nos últimos dias entre os primeiros classificados, tivemos um exemplo de que não há vencedores antecipados. Nos últimos dias tivemos uma empolgante luta com o Giniel De Villiers que durou até ao palanque da chegada, embora a minha vantagem para a última etapa fosse suficiente para evitar grandes riscos, bastando apenas controlar o seu andamento”.

Ao chegar a Portugal, Carlos Sousa era um homem cansado, mas visivelmente satisfeito com a classificação obtida.

DCA News, 2003-01-22
 
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