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Sat, 15 Dec 2018
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Dakar 2003

 
 
O percurso

Europa

1ª Etapa: Marselha – Narbonne
Quarta-feira, 1 de Janeiro
Prólogo: Ligação: 290 km – Total: 290 km

Inicialmente prevista para receber o prólogo do Dakar, esta etapa passou a ser apenas de ligação devido a problemas que impossibilitaram a realização da primeira especial cronometrada na região de Château Lastours.

2ª Etapa: Narbonne – Castellón
Quinta-feira, 2 de Janeiro
Ligação: 21 km Especial – 43 km – Ligação: 510 km – Total: 574 km

A primeira especial do Dakar terá início em Plan du Pal e conclusão na zona de Roquefort, tudo muito próximo de Narbonne. A especial é composta por caminhos de terra normais e sem grandes desafios.

3ª Etapa: Castellón – Valência
Sexta-feira, 3 de Janeiro
Ligação: 5 km – Especial: 8 km – Ligação: 82 km – Total: 95 km

Castellón será o palco da única especial espanhola que terá o seu fim na praia. Segue-se a ligação até Valência onde a caravana embarca rumo à verdadeira competição. Antes de zarparem os concorrentes desfrutarão de uma Paella gigante organizada pela Comunitat Valenciana.

Transferência por mar:
Sábado, 4 de Janeiro

Os concorrentes estarão a bordo durante um dia e duas noites. Haverá entretenimento e um briefing. Será um primeiro intervalo antes de se dar início à verdadeira competição.

África - Tunísia

4ª Etapa: Tunis – Tozeur
Domingo, 5 de Janeiro
Ligação: 89 km – Especial: 25 km – Ligação: 349 km – Total: 463 km

Tunis marca o ponto de partida para o início da aventura africana. A primeira parte da especial caracteriza-se por terrenos escarpados e pistas sinuosas por entre montes e pinhais. Começando com curvas muito irregulares, o percurso vai gradualmente ficando menos sinuoso, mais largo e ventoso, entrando em vales e várias sucessões de campos. Sendo uma das especiais mais curtas da 25ª edição do Dakar, esta primeira tirada cronometrada em África serve para os pilotos começarem a habituar-se ao terreno que vão encontrar pela frente a partir da ligação: o deserto.

5ª Etapa: Tozeur – El Borma
Segunda-feira, 6 de Janeiro
Ligação: 133 km – Especial: 285 km – Ligação: 76 km – Total: 494 km

No início da especial a pista é rápida com alternâncias de zonas de pedras e areia. Conforme os quilómetros vão passando, pouco a pouco os concorrentes começam a entrar nas dunas mais pequenas e a passar por longas línguas de areia intercaladas por secções rápidas e sinuosas. A meio da especial as pistas tornam-se rolantes, pedregosas, rápidas com ondulações e saltos. O caminho serpenteia por entre montes e a navegação é mais difícil: muitas pistas paralelas sem muitos pontos de referência! Tudo a culminar num final de especial muito rápido.

6ª Etapa: El Borma – Ghadames
Terça-feira, 7 de Janeiro
Ligação: 13 km – Especial: 228 km – Ligação: 37 km – Total: 278 km
Itinerário paralelo para equipas de assistência: 298 km

Eis a primeira oportunidade para os concorrentes mostrarem as suas potencialidades numa etapa totalmente realizada fora de pistas. Incluídas no programa estão várias travessias de Ergs e sucessivas cinturas de dunas. É preciso ter atenção ao relógio! É uma tirada onde é muito fácil perder tempo e que, ao mesmo tempo, deverá beneficiar os mais fortes e mais dotados, sejam eles estreantes ou veteranos.

Líbia

7ª Etapa: Ghadames – Ghat (Maratona)
Quarta-feira, 8 de Janeiro
Ligação: 5 km – Especial: 584 km – Ligação: 102 km – Total: 691 km
Itinerário paralelo para as equipas de assistência: 837 km

A primeira etapa Maratona da prova. Os veículos de assistências (excepto aqueles que também competem) não serão permitidos no acampamento de Ghat, seguindo directamente para Sabha. O percurso, rápido e com algumas variações nos primeiros 300 km, leva os concorrentes até à entrada do Erg de Awbari, uma região já cruzada na edição de 1989 e caracterizada por 50 km de dunas gigantes. Depois o percurso continua por maravilhosas paisagens: vales e grandes tiradas de areia, que trazem todos os tipos de dificuldades que um rali pode ter. Será a especial mais longa da prova.

8ª Etapa: Ghat – Sabha
Quinta-feira, 9 de Janeiro
Ligação: 49 km – Especial: 497 km – Ligação: 181 km – Total: 727 km

Saindo de Ghat o percurso segue para Sul em direcção à Argélia antes de voltar a subir através do maciço de Akakus, onde dominam dunas gigantes e pedras regulares. Uma vez terminados estes 100 km, os concorrentes deixam os trilhos até ao famoso Erg de Murzuk, conhecido pelas suas ondas de areia intransponíveis, que marcam a derradeira dificuldade da etapa.

9ª Etapa: Sabha – Zilla
Sexta-feira, 10 de Janeiro
Ligação: 6 km – Especial: 567 km – Ligação: 12 km – Total: 585 km
Itinerário paralelo para as equipas de assistência: 506 km

Após os cumes de areia de Murzuk, um local de planaltos rolantes onde se desenrolam os primeiros 300 km da especial, surgem as montanhas do maciço vulcânico de Al Haruj. Inúmeras pequenas pistas que mudam de direcção a cada 300 metros obrigam os pilotos a ter muita atenção à navegação, principalmente devido à ausência de pontos de referência.

10ª Etapa: Zilla – Sarir (sem GPS)
Sábado, 11 de Janeiro
Ligação: 31 km – Especial: 521 km – Ligação: 2 km – Total: 554 km
Itinerário paralelo para as equipas de assistência: 740 km

Uma etapa de transição que permitirá a toda a caravana do Dakar recuperar o fôlego. Durante os primeiros 130 km os concorrentes atravessam uma zona arenosa, saindo depois das pistas até chegarem a Sarir. Para apimentar um pouco mais o dia, esta será a primeira etapa sem GPS, deixando aos navegadores o papel principal.

11ª Etapa: Sarir – Siwa
Domingo, 12 de Janeiro
Ligação: 1 km – Especial: 438 km – Ligação: 147 km – Total: 586 km
Itinerário paralelo para equipas de assistência: 735 km

Uma etapa realizada totalmente fora de pistas, com Ergs até ao infinito e dunas que podem chegar aos 100 metros. Mas a areia é, de forma geral, boa e apenas algumas descidas se revelam difíceis. Uma sugestão: a rota mais curta não é necessariamente a mais rápida! No final dos 438 km de especial os concorrentes deixam a Líbia, para pernoitarem no primeiro campo egípcio, em Siwa, um magnífico oásis que é o berço da civilização Berbere.

Egipto

Dia de descanso: Siwa
Segunda-feira, 13 de Janeiro

Já com 5.257 quilómetros efectuados, mais de metade da distância total, chega o tão desejado dia de descanso. Desta feita a caravana do Dakar vai poder recuperar as forças num oásis paradisíaco no Deserto Ocidental, Siwa, situado a 600 quilómetros do Cairo, a Sudoeste da cidade portuária de Marsa al-Matruh e apenas a 25 km da fronteira com a Líbia.

12ª Etapa: Siwa – Siwa (etapa em Loop)
Terça-feira, 14 de Janeiro
Ligação: 57 km – Especial: 341 km – Ligação: 47 km – Total: 445 km
Itinerário paralelo para as equipas de assistência: 55 km

Etapa com início e final no mesmo local, pela região Sul do oásis de Siwa, onde os concorrentes rodarão fora de trilhos e por entre as maiores dunas do Egipto. A excitação deverá estar sempre presente. Postes marcam a rota a seguir, enquanto os veículos de assistência podem desfrutar do espectáculo porque não têm de ficar no acampamento. Uma especial onde todos os fãs poderão ver os concorrentes em acção depois do dia de descanso.

13ª Etapa: Siwa – Dakhla
Quarta-feira, 15 de Janeiro
Ligação: 47 km – Especial: 569 km – Ligação: 41 km – Total: 657 km
Itinerário paralelo para as equipas de assistência: 920 km

Um dos pontos altos do Dakar 2003: a primeira travessia completa do “Grande Mar de Areia”. A organização optou por marcar o topo de algumas dunas de forma a assinalar o local onde estas devem ser atravessadas. A segunda parte da etapa atravessa o Deserto Branco. A pista sinuosa serpenteia por entre rocha calcária, típica da região. A especial termina com a passagem por um magnífico vale, seguindo-se a descida que leva os concorrentes ao oásis de Dakhla.

14ª Etapa: Dakhla – Luxor
Quinta-feira, 16 de Janeiro
Ligação: 53 km – Especial: 274 km – Ligação: 375 km – Total: 702 km
Itinerário paralelo para as equipas de assistência: 542 km

O início da especial, é marcada por escaladas ao longo de cinco quilómetros, levando os concorrentes à rota dos camelos do tempo dos Faraós. Depois a pista desaparece para dar lugar a um caminho muito sinuoso em montanhas rochosas. Os únicos pontos de referência são montes de pedra centenários. A navegação será muito importante, já que é preciso encontrar o vale certo para se poder descer as encostas. A descida de um quilómetro até uma língua de areia é o ponto alto do dia.

15ª Etapa: Luxor – Abu Rish (sem GPS)
Sexta-feira, 17 de Janeiro
Ligação: 75 km – Especial: 477 km – Ligação 24 km – Total: 576 km
Itinerário paralelo para as equipas de assistência: 632 km

A segunda etapa sem GPS desenrola-se numa zona com pistas bem marcadas, bastante rolante com alternância entre areia e gravilha. Há várias mudanças de direcção e a atenção é vital para que não se escolha a pista errada. A especial é particularmente exigente para os pilotos, com nítida vantagem para os que estão mais habituados aos tradicionais ralis de resistência.

16ª Etapa: Abu Rish – Sharm el Sheikh
Sábado, 18 de Janeiro
Ligação: 413 km – Especial: 365 km – Ligação: 50 km – Total: 828 km
Itinerário paralelo para equipas de assistência: 634 km

A mais longa etapa deste Dakar, antes da saborosa celebração da vitória. Os concorrentes partem do acampamento pela madrugada para chegarem ao início da especial que se desenrola no maciço do Sinai. Ao longo de toda a etapa as máquinas e pilotos encontrarão alternadamente magníficos vales verdes e difíceis tiradas por estreitos caminhos rochosos.

17ª Etapa: Sharm el Sheikh – Sharm el Sheikh
Domingo, 19 de Janeiro
Ligação: 13 km – Especial: 34 km – Ligação: 9 km – Total: 56 km

A última etapa da 25ª edição do Dakar terá lugar perto dos hotéis de Sharm el Sheikh. Um espectáculo especial acessível a todos os espectadores. A outra novidade deste dia de festa e último de competição: a entrega de prémios será feita no pódio, logo após o final da especial.

 
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