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Andamento demonstrado no Dakar, coloca Elisabete em destaque nos media internacionais

Elisabete regressa amanhã a Portugal

Elisabete Jacinto regressa amanhã a Portugal, proveniente de Dakar, onde passou os últimos cinco dias. A piloto que, aos comandos do Renault Kerax Rallye Raid da equipa Renault Trucks/Trifene 200, foi obrigada a abandonar a sua participação no Euromilhões Lisboa Dakar 2006, depois da ponte dianteira do seu camião ter cedido, continua a ser bastante focada pela imprensa internacional, devido ao excelente andamento demonstrado enquanto esteve em prova.

O facto de regularmente ter rodado entre os vinte mais rápidos da competição camião, pese o facto de dispor de uma máquina muito próxima do veículo de série, ao contrário da maioria dos seus adversários, tem sido motivo de rasgados elogios à notória evolução da piloto portuguesa. Elisabete Jacinto que, há apenas três anos, abraçou o projecto da competição em camião, sente-se naturalmente satisfeita pelo tratamento que tem tido da parte de especialistas. “Treinei bastante no pré-Dakar e tanto eu como o Renault Kerax aparecemos na edição deste ano bem mais evoluídos do que no ano anterior. Houve um jornalista que acompanhou a prova e me veio dar os parabéns porque, no ano passado, me via apenas como uma pessoa que tudo fazia por levar o camião até ao fim de uma prova dura como o Dakar, mas que este ano tinha reparado que aos comandos estava um piloto de competição. Agrada-me ser vista nessa perspectiva porque tenho trabalhado muito nesse sentido. Não foi por acaso que fiz resultados dentro dos vinte primeiros e que tinha mais de metade dos carros a serem mais lentos. O que me dá uma grande força é sentir que nem sequer estava a arriscar e que, embora excelente para um camião quase de série, o Renault Trucks não pode ser comparado com a grande maioria dos seus adversários. Posso ainda evoluir mais e no futuro fazer ainda melhor, em função das condições que forem colocadas à minha disposição. Estou certo que a equipa vai trabalhar bastante nesse sentido e, se por um lado estou triste por ter deixado este Dakar a meio, estou bastante optimista quanto ao futuro”, salienta Elisabete Jacinto, muito requisitada pelas televisões de diversos países onde, a presença da única piloto feminina de camiões, é muito apreciada. “Uma das coisas que me agrada é que as pessoas quando falam comigo, conhecem o meu percurso, reconhecem o meu valor e o que querem saber é, por exemplo, se para o ano eu poderei ter um projecto para lutar por um lugar no Top 10. E não ficam admiradas se lhes respondo que gostaria de ter condições de lutar por isso ou até por mais. O Dakar é um vício que me entrou no corpo e termino um a pensar já no próximo”.

A2 Comunicação, 2006-01-17
 
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